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Rodrigo Zeidan

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Sou Associate Professor of Practice of Business and Finance na New York University Shanghai, além de Associate Editor do Journal of Sustainable Finance & Investment. Minhas pesquisas se dedicam à tomada de decisão em finanças e economia, com foco em Economia Industrial, Economia Internacional, Governança Corporativa e Finanças. Publico regularmente em periódicos internacionais de destaque, tais como Journal of Business Ethics, Economic Letters, International Journal of Production Economics, European Journal of Health Economics, Applied Financial Economics e Review of Industrial Organization. Sou autor dos livros “O Modelo Dinâmico de Gestão Financeira” e “Vida de Rico sem Patrimônio”. Recentemente tenho procurado desenhar mudanças no sistema educacional brasileiro para aumentar a acumulação de capital humano no Brasil no médio e longo prazo. Participo de vários eventos nacionais e internacionais, incluindo-se convites para keynote speaker na l Conference on Social Entrepreneurship, Systems Thinking, and Complexity, New York, EUA. Possuo vários prêmios como professor, destacando-se o Prêmio Academia Itaú/IBGC em 2011. Sou consultor e ministro diversos cursos de educação para executivos em empresas de médio e grande porte, com destaque para Johnson & Jonhson, L’Oreal, dentre outras.

Tudo que você sabia sobre Educação no Brasil está errado

O benefício social do sistema atual, com todas as suas falhas, é bem maior do que no passado, pelo simples fato de que aumenta as oportunidades de acesso – o que também explica o aumento significativo das vagas ofertadas e demandadas no ensino superior. Que, diga-se de passagem, no Brasil continua sendo uma porcaria, mas ainda assim muito melhor do que no passado. O melhor dado que mostra isso é o percentual bruto da população em idade universitária matriculada no ensino superior.

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Alguns mitos sobre a educação no Brasil

O problema da educação no Brasil não está relacionado à falta de recursos, pois é um problema de estrutura do sistema educacional, algo que somente há pouco começou a ser explorado pela literatura científica. As saídas que apareceram nos últimos anos no âmbito federal, como a criação de novas Universidades, o FIES e o programa Ciência sem Fronteiras, são, em última análise, um mau uso dos recursos públicos.

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Flexibilizando regras trabalhistas para quem ganha acima de R$10.000 – lições da Dinamarca

Os direitos trabalhistas não protegem os trabalhadores. Isso é um dos mais persistentes mitos sobre a legislação trabalhista brasileira. O que as leis trabalhistas fazem, no Brasil e em grande parte do mundo, é proteger certas classes de indivíduos em detrimento de outros, além de forçar uma realocação de recursos produtivos em favor de grupos de interesse, sejam eles certos tipos de empresas ou trabalhadores, sindicalizados ou não.

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